Psicanálise e Cultura Japonesa

Psicanálise entre Brasil e Japão

Atendimento on-line para adultos, adolescentes, parentalidade e bebês.

🎙️ Na mídia

Em 2026 a psicanalista Carine Sayuri Goto foi entrevistada pela BBC News Brasil em uma reportagem sobre a imigração contemporânea entre Brasil e Japão. 

Clique na imagem abaixo para ler a reportagem.

Próximos eventos

HYAKU MONOGATARI

100 histórias entre a cultura japonesa e a psicanálise

Na antiga tradição japonesa do Hyaku Monogatari, cem histórias sobrenaturais eram contadas à luz de velas. Ao final de cada narrativa, uma vela era apagada — e a escuridão se aproximava.

Inspirado nessa tradição, o Amae Institute inicia uma série de encontros independentes que articulam yōkais, mitos e narrativas japonesas com conceitos da psicanálise.

Primeiro conto: Baku, o devorador de sonhos e o inconsciente

O que fazemos com os sonhos que nos assustam?
É possível eliminar um pesadelo sem apagar também aquilo que ele tenta nos revelar?

Neste primeiro encontro, conheceremos o Baku, criatura do folclore japonês capaz de devorar sonhos ruins, para pensar o sonho como uma formação do inconsciente e como uma tentativa singular de elaboração daquilo que ainda não conseguimos compreender.

20 de agosto de 2026 — quinta-feira
Das 20h às 21h30 — horário de Brasília
Valor: R$ 100

Não é necessário ter conhecimento prévio de psicanálise ou cultura japonesa.

Atendimentos

Clínica Psicanalista
para adultos

Clínica Psicanalítica
para adolescentes

Clínica Psicanalítica
da parentalidade

Clínica Psicanalítica
para bebês em risco

Artigos

Entre velas apagadas e yōkai: uma visita à exposição de Shigeru Mizuki em Yamagata
Entrevista à BBC News Brasil – Psicanalista brasileira residente no Japão
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Quando procurar um psicanalista?
Remédios psiquiátricos no Japão

No Amae Institute, partimos desse fio delicado que entrelaça o sujeito ao desejo do outro — e vice-versa — para pensar o sofrimento psíquico. A escuta psicanalítica reconhece esse laço invisível, esse apelo silencioso que cada um carrega, mesmo nas formas mais sintomáticas de existir.